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Sua clínica está correndo na Fórmula 1 — mas com um carro de 1994.

Gestão em Saúde • 2026

Sua clínica está correndo na Fórmula 1 — mas com um carro de 1994.


“O que a Fórmula 1 de 2026 tem a ver com a gestão da sua clínica ou hospital?”

Deixa eu te fazer uma pergunta estranha. Mais do que você imagina. E quando você entender a analogia, vai ser difícil não sentir aquele frio na barriga.


🏁 A virada que o mundo do automobilismo não estava esperando

Em 2026, a Fórmula 1 virou de cabeça para baixo. Novo regulamento técnico. Carros menores. Motores com participação elétrica muito maior. Aerodinâmica ativa. Combustíveis 100% sustentáveis. Uma equipe nova (Cadillac). Uma montadora histórica (Audi) entrando do zero.

O que funcionou nos últimos 10 anos? Não funciona mais.

As equipes que viviam de processos antigos, de dados ultrapassados, de estratégias que “sempre deram certo”… chegaram na primeira corrida do ano e levaram um susto. Porque as regras mudaram. O jogo mudou. E quem não se preparou, ficou para trás ainda no grid de largada.

Agora me diz: isso não te lembra alguma coisa?


🏥 A clínica que ainda corre com regulamento de 2010

Eu converso com gestores de clínicas e hospitais todos os dias. E existe um padrão que se repete quase sempre:

Falas reais de gestores

“A gente funciona assim há anos, sempre deu certo.”
“Aqui a gente conhece todo mundo, o controle é na confiança.”
“Relatório financeiro? A gente tem uma planilha…”

E então chegam os problemas:

  • Faturamento que não bate com o volume de atendimentos.
  • Equipe desmotivada sem saber exatamente o porquê.
  • Agenda cheia, mas o caixa no vermelho.
  • Processos que dependem de uma única pessoa — e quando ela sai, tudo trava.

Isso não é azar. Isso é um carro rodando numa pista de F1 com motor de 30 anos.


🧠 O que as melhores equipes da F1 entenderam — e você precisa entender também

Sabe o que diferencia as equipes que chegaram preparadas para a nova era daquelas que chegaram perdidas? Sistemas. Dados. Estratégia. E gente certa no lugar certo.

A Mercedes não ganhou corridas só porque tem bons pilotos. A Red Bull não dominou anos seguidos só por talento. Elas venceram porque têm:

  • Processos claros — cada pessoa sabe exatamente o que fazer e quando.
  • Dados em tempo real — decisão baseada em número, não em instinto.
  • Estratégia de corrida — não só para essa volta, mas para as próximas 50.
  • Equipe treinada e alinhada — do mecânico ao engenheiro-chefe.

Agora pensa: sua clínica tem isso? Ou ela está improvisando na curva e rezando para não bater na parede?


📍 O momento em que o gestor percebe que precisa de ajuda

Um dos nossos clientes — um médico que fundou uma clínica de médio porte — chegou até a Planos num momento de desespero.

Externamente, tudo parecia bem. Agenda lotada. Nome respeitado na cidade. Equipe antiga. Por dentro: um caos organizado.

O faturamento tinha bolsões inexplicáveis de queda. A equipe não tinha clareza de metas. O médico trabalhava 12 horas por dia e ainda assim sentia que estava apagando incêndios o tempo todo.

Diagnóstico real

“A clínica tinha crescido — mas a gestão não tinha crescido junto.”

Era exatamente o time de F1 que chegou na era do novo regulamento com o mesmo carro antigo. Em 6 meses de trabalho conjunto, reformulamos os processos, implementamos indicadores reais de performance, estruturamos a equipe com funções claras e criamos um painel de gestão que o médico acessava em 10 minutos — sem perguntar para ninguém.

Resultado? Caixa positivo pelo terceiro mês consecutivo. Médico dormindo melhor. Equipe mais engajada. O carro voltou a correr.


🚦 Em qual posição você está no grid?

A pergunta não é se sua clínica precisa de uma gestão melhor. A pergunta é: você vai perceber isso antes ou depois de bater na parede?

A F1 de 2026 nos ensina que não existe regulamento eterno. O mercado de saúde também mudou. O paciente é mais exigente. A concorrência aumentou. Os custos subiram. A complexidade explodiu.

Quem olha para a gestão com seriedade hoje, lidera o campeonato amanhã. Quem espera o problema aparecer, luta para não ser desclassificado.


💡 A Planos pode ser a sua engenharia de pista.

Na F1, o piloto é essencial — mas sem uma equipe de engenharia afinada, ele não vai longe. Na saúde, o profissional é essencial — mas sem uma gestão estruturada por trás, o potencial fica desperdiçado.

Atuamos diretamente com clínicas e hospitais para transformar operações confusas em organizações que crescem com consistência. Nosso trabalho começa com um diagnóstico honesto — sem julgamento, sem enrolação.Quero saber em que posição estou no grid →

O grid de largada de 2026 está formado.
Sua posição ainda dá para mudar.
Mas a corrida já começou.


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A Era da Transparência

Quando iniciamos nossas atividades em um de nossos clientes, a situação era familiar:

Cada setor tinha sua própria planilha. Os números não batiam entre si. E as decisões eram tomadas com base em quem tinha a planilha mais recente — ou a voz mais alta na reunião.

Isso tem um nome: gestão no escuro.

O que a gente fez?

Substituímos a dependência de controles manuais por um sistema único — a “única fonte da verdade” da clínica.

Como estamos hoje:

→ Inadimplência é monitorada antes de virar problema

→ Glosas são identificadas e contestadas em tempo real

→ Contratos são auditados com precisão — sem depender da memória de ninguém

→ A informação não pertence a uma pessoa. Pertence à clínica.

Isso é cultura de dados. E ela começa com uma decisão: parar de aceitar a incerteza como normal.

💬 Sua clínica ainda toma decisões baseadas em dados de ontem?

Conta nos comentários — ou chama a gente no direct para uma conversa sem compromisso. —

🏥 Planos Consultoria | Gestão estratégica para clínicas e hospitais

Importância da Identificação Correta de Glosas:

  1. Proteção Financeira:

A identificação precoce de glosas protege a saúde financeira da clínica, assegurando o recebimento integral pelos serviços prestados.

  1. Otimização de Processos:

Identificar e corrigir padrões de glosas ajuda a otimizar os processos internos, reduzindo a incidência desses problemas no futuro.

  1. Transparência e Confiança:

A capacidade de identificar e corrigir glosas demonstra transparência aos olhos das operadoras de planos de saúde, fortalecendo a confiança nas relações comerciais.

  1. Maximização da Receita:

Ao corrigir e evitar glosas, a clínica maximiza sua receita, garantindo que todos os serviços prestados sejam devidamente remunerados.

  1. Cumprimento de Prazos e Normas Contratuais:

Identificar glosas contribui para o cumprimento de prazos e normas contratuais, evitando penalidades e problemas legais.

  1. Melhoria Contínua:

O processo de identificação e correção de glosas é parte integrante de uma abordagem de melhoria contínua, onde a clínica se adapta e aprimora constantemente suas práticas.
Em resumo, a identificação correta de glosas é vital para a sustentabilidade financeira e o bom funcionamento operacional de uma clínica. Ao investir em processos eficazes e sistemas de monitoramento, assegura-se que a clínica seja recompensada adequadamente por seus serviços, promovendo uma operação mais saudável e eficiente.

MARKETING NA SAÚDE

Falar em marketing hoje em dia, imediatamente relaciona-se ao marketing digital, com fantásticas possibilidades de alcance de pessoas via redes sociais, site, etc., e de forma direcionada (por sexo, faixa etária, região, etc.) e a um custo muito menor quando comparado com os veículos tradicionais. Mas há uma questão que precisamos esclarecer – o que chamamos de marketing digital representa, na verdade, apenas os canais de acesso ao público – os chamados veículos de comunicação.
Exemplos de canais como os jornais ou as revistas impressas sucumbiram, ou adaptaram-se ao modelo digital; as poderosas emissoras televisivas perderam enorme espaço – correr para casa porque estava perto de começar a novela das oito (que era o motivo de falatório no dia seguinte), são coisas do passado. Outro exemplo de canal de comunicação que também sofreu forte impacto foram os outdoors, pois com o processo de despoluição visual promovida pela gestão pública, reduziu drasticamente a quantidade espalhada nas cidades.
São tantos exemplos de canais em desuso ou em decadência…, mas estamos tratando de canais!!!
Antes de tratar dos canais, temos que tratar é do Plano de Marketing, pois é nele que são detalhadas as ações necessárias para atingir um ou mais objetivos de marketing, além de estabelecer as formas para avaliação de resultados, ou seja, medir para ver se estamos
Passo 1 – desdobrando o planejamento estratégico (PE): a partir do PE, conhecendo-se seu produto(s)/serviço(s) e seu posicionamento no mercado (mercado consumidor, concorrente, fornecedor, regulador, etc.) e o quadrado estratégico (força x fraquezas e oportunidades x ameaças), definem-se os resultados esperados;
Passo 2 – montando o plano de marketing (PM): definido os nichos (contemplando os perfis do público-alvo, como faixa etária, sexo, renda, localização, etc.), e identificado a motivação para a procura do serviço pelo paciente (ou é porque dói e está incomodando, ou é por estética ou é por prevenção/precaução?), e o perfil de quem paga pelo serviço (vai se buscar o usuário de plano de saúde ou o paciente que custeia o próprio atendimento, o que chamamos de particular?), aí vamos tratar dos canais de comunicação, dos conteúdos a serem abordados. É sempre bom lembrar das funções do marketing: atrair, manter e recuperar.
Passo 3 – definindo os conteúdos e temas a serem abordados, é importante considerar:
Identificar a motivação, como citado acima – é porque dói, é por estética ou é por prevenção?);
a sazonalidade, por exemplo, numa clínica oftalmológica há grande incidência de conjuntivite no verão, ou no início das aulas as pessoas vêm rever o grau da lente dos óculos, e por aí vai… assim você pode montar um cronograma mensal atendendo estas características;
as campanhas de conscientização – janeiro branco, outubro rosa e novembro azul…
Passo 4 – implementando e avaliando os resultados: a medida em que as campanhas para “atração ou captação” são implementadas, as ferramentas do analitics das redes sociais refletem se estão despertando atenção nas mídias sociais, mas não medem se estão necessariamente se convertendo em decisão de contratação – assim, as pesquisas com os pacientes de 1ª visita ou de retorno após longo período ao hospital/clínica indicarão se a campanha implementada foi eficaz.
Este é o conceito do que o marketing digital prega de “captação”, ou seja, despertar o interesse para que haja a “conversão”.
As campanhas de “manteneção” também são fundamentais: reforçar a importância de realizar todas as sessões requeridas pelo médico ou lembrar do retorno para averiguação – como no exemplo de lembrar ao paciente que completou um ano de seu exame de próstata e que está na hora do retorno. O fato é de que a clínica/hospital após o atendimento médico, a partir do prontuário, tem um enorme conjunto de informações que permite auxiliar o monitoramento da saúde do paciente, encaminhando informações e orientações ao paciente e oferecendo o suporte da clínica/hospital, se ele precisar.
Já nas campanhas de “recuperação”, após a aplicação de pesquisas de satisfação, permitindo identificar eventuais insatisfações e reclamações, corrigindo eventuais problemas e dando a satisfação do que foi feito ao autor…
Com as facilidades de contato promovidos pelas redes sociais, há uma espécie de “automação” no contato, porém é uma automação direcionada, onde o paciente perceberá que está sendo assistido pela clínica/hospital. Esse processo automatizado pode começar no ato de confirmar um exame agendado, por exemplo, anexando as orientações prévias para realizar o exame; que tal se, após realizada a consulta, o sistema traduzir o CID – o Código Internacional de Doenças registrado no prontuário pelo médico, para uma terminologia compreensível para o paciente e encaminhar uma pergunta via WhatsApp ao paciente, se aquele problema foi resolvido, ou se a medicação prescrita trouxe o efeito desejado? Ou que tal o envio automático de um lembrete que está na hora da revisão?
Atender ao código de ética estabelecido pelo Conselho Federal de Medicina e aos requisitos estabelecidos pela LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados são requisitos fundamentais para este plano de marketing.
Veja um exemplo desta “automação direcionada” com o fluxo abaixo:

Aí complementaremos o ciclo do PDCA, ou seja planejamos, realizamos, checamos e corrigimos eventuais não-conformidades!!

planejamento
VAMOS PLANEJAR 2022?

E cá estamos no último trimestre de 2021 – está na hora de planejarmos 2022!! Avaliar o cenário atual, para projetarmos nossas expectativas para o ano vindouro e em cima disso planejarmos nossas ações. Pois como dizia Sêneca, o filósofo romano, “não existe vento favorável a quem não sabe onde ir”.

E qual o cenário você identifica? Quais os reflexos destes elementos neste mercado da saúde? Estes elementos são ameaças ou oportunidades?

  • A pandemia do coronavírus – já podemos pensar numa retomada?
  • O processo de fusão e incorporação de operadoras de planos de saúde, proporcionado principalmente pelas medicinas de grupo – faz ou bem ou mal para seu negócio?
  • Ainda sobre a questão de fusões e aquisições, agora de prestadores de serviços de saúde (hospitais e clínicas) proporcionado pelos conglomerados de investimentos e grandes empresas do setor – é uma ameaça ou oportunidade para sua clínica ou hospital?
  • Sobre o aumento da oferta de mão-de-obra médica, com o ingresso dos novos médicos – ou como diz o CFM – Conselho Federal de Medicina que trata como “explosão do número de médicos” (https://portal.cfm.org.br/noticias/explode-numero-de-medicos-no-brasil-mas-distorcoes-na-distribuicao-dos-profissionais-ainda-e-desafio-para-gestores/)– que impactos trará para seu negócio?
  • E a telemedicina com seus desdobramentos (relembrando: teleconsulta, teleinterconsulta, telecirurgia, teletriagem, telemonitoramento, teleorientação e teleconsultoria – https://planosconsultoria.com/2019/02/18/a-telemedicina-e-seus-impactos-no-sistema-de-saude-brasileiro/), que se consolidou na pandemia do coronavírus – que reflexos e avanços ainda trará?
  • E o prontuário eletrônico? Que ótima perspectiva de concentrar todas as informações de saúde do Paciente, evitando desperdícios com exames e dando continuidade ao tratamento… Será que o aplicativo do SUS – o “Conecta SUS” se consolida?
  • O marketing digital que permite direcionar a mensagem com precisão ao público que se quer alcançar? Sua clinica ou hospital está atenta às mudanças que ocorrem a cada minuto nestas ferramentas tecnológicas?
  • E o avanço das clínicas populares com suas franquias, na linha do faça-você-mesmo, com ótima infraestrutura e preços atrativos – afeta seu negócio?
  • Com certeza a lista não para por aqui…

Quem nos dera uma bola de cristal para prever estes impactos no futuro, não é mesmo?

Façam suas apostas e vamos desenhar o planejamento estratégico para 2022!!

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA HOSPITALAR

Nos últimos anos o uso dos computadores nos hospitais tornou-se imprescindível – a automação das ações e a necessidade de alcançar o estágio de um hospital paperless (papel zero), são alguns dos exemplos de benefícios trazidos, porém, alcançá-los é um grande desafio, pois requer a conjugação de três fatores – hardware, software e peopleware, e aí o bicho pega!!

Ao falar em hardware falamos de um grande investimento, em servidores, computadores e uma gama enorme de equipamentos e ferramentas. Nos últimos anos os cloud-server, ou os servidores “em nuvem”, vieram para facilitar a vida – preocupar-se com redundância (ou servidores de backup), gestão de bancos, combate a vírus, etc, ficaram sob responsabilidade de empresas gigantes do segmento; isto tudo, só funciona com internet … E a quantidade de computadores? Em alguns setores passa da relação 1×1, ou seja, um computador por funcionário: é o caso dos postos de enfermagem, que em determinados horários, como no início das manhas, chegam a formar “filas” com médicos, enfermeiros, técnicos, nutricionistas, fisioterapeutas entre outros, todos precisando acessar o prontuário dos pacientes, seja para programar o que deverá ser feito ou para registrar o que foi realizado. Tablets, leitores (biométricos, de códigos de barras), webcams, digitalizadores entre outros completam a enorme lista de equipamentos que requerem configurações para “falar entre si” …

Outro requisito fundamental é o software, que estará integrando todas as ações, ou seja, a partir de uma única entrada de dados há um desencadeamento de outras ações – uso sempre a figura abaixo nos meus cursos para exemplificar a sistematização:

A questão é que existem uma série de outros sistemas dentro do hospital: de recursos humanos, de contabilidade, de controladoria, de engenharia clínica, de normatização, enfim, e é muito difícil que estes sistemas falem entre si – quando não se falam, têm-se o constante “retrabalho” de digitar de um sistema para outro e fica precário obter um único quadro gerencial que aglutine todas estas informações.

São poucos sistemas informatizados, os chamados ERP – Enterprise Resource Planning, que conseguem interligar todos os dados e processos de um hospital em um único sistema, e escolhê-los é outro desafio, lembrando que tomada esta decisão é quase um “casamento”, pois rompê-lo será outro processo!!!

E finalmente chegamos ao peopleware, ou seja, as pessoas que utilizarão o sistema. Não basta treiná-las sobre como operar o módulo que ela usará – se for assim, você ouvirá frases “o sistema anterior era melhor”, ou “não sei pra quê tanta coisa”. Há a necessidade de mostrar a todos “o processo”, para que cada um entenda qual o seu papel nesta contribuição, para que o objetivo final seja alcançado.



A sistematização da Assistência ao Paciente

A utilização do PEP – Prontuário Eletrônico do Paciente é a principal ferramenta dos sistemas informatizados, pois além de unificar os registros promovem a sistematização – a questão é a de que não há padrões nesta área e muitos sistemas ficam a desejar.

Nesta pandemia de COVID, convivi com o desafio de implantar hospitais de campanha e a sistematização foi grande aliada para reduzir a contaminação entre os integrantes da equipe de assistência. A ideia básica era de que a partir das prescrições pudéssemos “girar o PDCA” – ou seja, com a prescrição médica ou de enfermagem sendo o planejamento (plan), e o sistema acionando as áreas responsáveis pela execução:

  • prescrição de exames: com o prontuário sinalizando automaticamente o setor responsável pelo exame, que providenciará a realização e a inserção do laudo do resultado;
  • prescrição medicamentosa: com o prontuário sinalizando a Enfermagem que integrará os materiais descartáveis aos medicamentos injetáveis, e desdobrando como demonstrado na fig. 1; daí a Enfermagem realiza os aprazamentos;
  • prescrições de enfermagem: com a programação de tomada de sinais vitais, de balanço hídrico, etc, com o sistema indicando aos técnicos o momento exato da realização;
  • demais prescrições: de especialistas, bolsas de sangue e etc, com o sistema sinalizando para que todas as área se programem.

Na etapa seguinte do PDCA, vamos ao “fazer” (do), com os registros das checagens ou aplicações, ou seja, com os profissionais descrevendo o que fizeram conforme estabelecido na etapa anterior.

É na etapa do checar (Check) do PDCA, que o sistema informatizado trará a grande vantagem para a assistência, pois indicará se determinada prescrição foi ou não realizada ou se está atrasada – os sistemas informatizados, na sua maioria, disponibilizam uma Tv de grandes dimensões ficando acessível para todos no posto de enfermagem, funcionando como um alerta para aquelas prescrições que não foram realizadas na hora estabelecida.

E finalmente vamos ao “Action” do PDCA, identificando eventuais não-conformidades e pontos de melhoria que requererão planos de ação.

Olha o prontuário eletrônico ajudando a rodar PDCA!!!

Como gerenciar o atendimento telefônico e outros atendimentos não-presenciais.

Você tem a certeza de que suas Recepcionistas conseguem atender a todos os Pacientes que ligam para sua clínica ou hospital? De que vale todo o esforço e investimento em publicidade e propaganda, se quando o Paciente liga para a clinica e o telefone chama-chama e ninguém atende? Ou quando ele faz postagens nas redes sociais e ninguém responde?

Hoje em dia podemos separar dois tipos de atendimento: o presencial, quando o Paciente comparece á sua clínica/hospital e o virtual, feito através de telefone, redes sociais, aplicativos de mensagens e site.

Primeiro vamos tratar do atendimento virtual por telefone – onde são fundamentais 5 recursos –  o software de call center, o software de gestão da clinica/hospital, a equipe, a infraestrutura e o processo. Atualmente temos softwares que fazem a gestão de call center, que trazem funcionalidades essenciais – vou listar algumas:

  • O menu de opções: quando o cliente liga e é direcionado para um setor especializado – por exemplo: disque 1 para agendar sua consulta, 2 para agendar seu exame ou aguarde;
  • Fila de espera: quando todos os ramais estão ocupados e é divulgada a mensagem ao Paciente que ele será atendido em alguns minutos;
  • Mensagens automáticas para os pacientes que ligam fora de horário, sendo informados dos dias e horários de funcionamento, ou mensagens sobre a clínica e seus serviços, enquanto o Paciente aguarda o atendimento;
  • Indicadores como quantidade de ligações abandonadas, para saber se o tamanho da equipe está adequado, ou o “tempo médio de atendimento”, para avaliarmos se o atendente está conduzindo o atendimento ou sendo conduzido… são inúmeros exemplos de indicadores;
  • As gravações on line, onde o Paciente é avisado que a conversa está sendo gravada e assim podemos ouvir se as falas dos atendentes estão conforme o protocolo estabelecido.

O segundo recurso é o software de gestão da clínica, que dentre os vários módulos como faturamento, recepção e outros, tem que ter o módulo de agendamento que traz as agendas por médico, por exame e já orienta os atendentes sobre os convênios de planos de saúde, das restrições, enfim, com um bom sistema, não dependeremos da memória da atendente, pois o próprio sistema já traz todos este conjunto de informações. E outro recurso fundamental é a confirmação automática, onde o próprio sistema encaminha uma confirmação, na véspera do atendimento, via aplicativo de mensagens.

O terceiro recurso fundamental é a equipe, que deve estar treinada para conduzir as conversações com o Paciente, e assim ter um bom tempo médio de atendimento, pois caso contrário, teremos muitos abandonos das ligações que estão aguardando, ou treinar a equipe para seguir um protocolo, onde, por exemplo, serão dadas as informações necessárias para preparo prévio de um exame.

O quarto recurso é a infraestrutura, com uma sala com bom isolamento acústico, baias de atendimentos com computadores, headseats com microfones, internet com banda larga, feixe de linhas de telefonia e cadeiras ergonômicas.

O quinto é o processo onde se estabelecem rotinas para atuar no “ativo”, ou seja, ligar para pacientes para várias finalidades: confirmar consultas ou exames agendados, contatar com pacientes faltosos, buscar autorizações prévias de planos de saúde, enfim, o software de call center apresenta os horários em que há poucos pacientes ligando, os chamados receptivos, e assim podemos aproveitar estes horários de certa ociosidade.

Outra forma de atendimento virtual é através dos aplicativos de mensagens, que atualmente já trazem o recurso de se ter vários operadores de atendimento, atendendo diversos pacientes a partir de um único número da clinica/hospital, com funções muito similares do call center, como do menu de opções e registro do histórico de todas as conversas.

Também as redes sociais são um importante canal de atendimento virtual, pois se você divulga sua clinica ou hospital no Facebook, Instagram, Twiter ou outras redes, seu Paciente poderá interagir e é necessário ter alguém de prontidão para responder aos questionamentos.

E finalmente temos o site, que muitas vezes possui um chat boot requerendo que alguém esteja de plantão para responder eventuais dúvidas. Hoje em dia tem sido comum possibilitar que o site, integrado ao sistema de gestão da clinica, ofereça a alternativa de apresentar os dias e horários disponíveis para agendamento on-line.

PLANO DE SAÚDE X PLANO DE DOENÇAS

 Há muito tempo se discute sobre a necessidade de “remodelar o modelo” de remuneração no sistema de saúde suplementar – eu mesmo já postei em 2018 (https://planosconsultoria.com/2018/10/08/novos-modelos-de-remuneracao-de-servicos-hospitalares/), mas apesar de algumas experiências pontuais aqui e ali, não houve a consolidação de um modelo de atuação.

O capitation (aquele que se paga ao prestador uma quantia definida para cada pessoa inscrita, independente se a pessoa procura ou não pelo atendimento) e suas derivações podem oferecer esta possibilidade – o conceito do capitation difere do tradicional fee-for-service (é o modelo de pagamento em que os serviços são desmembrados e pagos separadamente) ou dos “empacotamentos”, com a máxima de que “quanto mais faz ou quanto mais caro é, mas se ganha”; no capitation é justamente ao contrário! O modelo de capitation tradicional embute uma contradição: a operadora busca pagar o menos possível ao prestador (medico ou clinica) e, simultaneamente, busca a maior remuneração do usuário pagador, já que o lucro da operadora reside na diferença entre o que ele recebe do usuário e do que ela paga ao prestador.

A principal mudança de concepção no capitation é o conceito de que, para que haja bons resultados financeiros, há de se trabalhar na promoção da saúde e na prevenção, ou seja, identificar precocemente a doença para evitar um tratamento caro, com cirurgias e internamento. O problema é que a ótica da prevenção/promoção da saúde não é remunerada por nenhuma tabela…, não estando na cultura dos prestadores de serviços médicos. Hoje se começa a falar na “atenção básica” na área de saúde suplementar (que até então era tônica exclusiva da assistência pública de saúde).

E como adequar sua clínica ou hospital para o conceito do capitation? Seguem abaixo algumas recomendações:

  1. Utilizar-se do conceito do médico “porta de entrada” (gatekeeper) – não é um conceito exclusivo para médicos generalistas, mas pode facilmente ser adaptado a clínicas especializadas, onde a idéia central é identificar os pacientes que mais riscos correm na(s) especialidade(s) com que a clínica atua, para a partir daí desenvolver-se os programas de prevenção. Por exemplo, que tal se numa clínica oftalmológica, fossem convidados todos os pacientes com idade mais avançada para uma consulta de triagem? Será que não poderia ser feito por tele consulta (a chamada tele triagem)?
  • Adequar o sistema de gestão da clínica/hospital, para que através do prontuário eletrônico, seja possível a coleta de dados para a estratificação acima citada;
  • Utilizar-se dos trabalhos do Sanitarista (profissional multidisciplinar) para coletar e analisar dados para planejar, programar e avaliar ações relacionadas à promoção e prevenção de saúde;

Será a conjugação dos fatores acima que projetarão a imagem de que a clínica/hospital está acompanhando e orientando a saúde dos pacientes, prevenindo doenças e promovendo saúde…isso sim é plano de SAÚDE!!

A PANDEMIA DO COVID-19 E SEUS REFLEXOS NA GESTÃO DA SAÚDE (parte 2)

No texto anterior tratei dos efeitos da pandemia no atendimento hospitalar e agora tratarei destes efeitos no atendimento ambulatorial. Vamos lá!!
Acompanhar as estatísticas de óbitos decorrentes da pandemia da covid-19, ainda é assustador – no pico da pandemia entre julho/agosto ultrapassou as 1.000 mortes/dia e agora com a redução do número de mortes, há a flexibilização com a abertura de todos os segmentos da economia, mas ainda temos cerca de 355 mortes por dia! Além disto, temos visto países que já haviam passado por esta tragédia, que estavam com certa estabilidade (como na Europa), e agora voltaram para nova onda.E assim, como fica a “cabeça da população”? Os mais jovens veem poucos riscos e se aglomeram em festas, bares, etc, e os mais precavidos e idosos se ressentem dos riscos e são mais comedidos – desta forma, o receio de se contaminar na visita à clínicas/consultórios/hospitais é o grande desafio que deverá ser enfrentado pelo segmento da saúde e sabe-se lá por quanto tempo! É sobre esta questão que trataremos neste artigo, especificamente para a área ambulatorial:· Como proceder para manter as taxas de ocupação com níveis antes da pandemia?· Que ações devem ser adotadas para mantermos os níveis de receita?As propostas abaixo não eliminam o problema, mas amenizam os impactos – basicamente baseiam-se na organização dos processos internos e intensificação das ações de marketing. Assim, proponho uma lista de ações, lembrando que todas as ações adotadas devem ser divulgadas para que nossos Pacientes se sintam mais seguros ao visitar os estabelecimentos de saúde, amenizando o medo pela contaminação.
Primeiro vamos tratar das medidas relacionadas a sanitização e distanciamento:

Aqui temos outro desafio: como reduzir a quantidade de pessoas aguardando na recepção? Afinal temos (1) os Pacientes que aguardam chamada da Recepção, (2) que aguardam a chamada para atendimento médico, e/ou (3) para a realização de procedimento/exame, que aguardam a obtenção de autorizações das operadoras de planos de saúde e dos acompanhantes – somem-se à estes, os Acompanhantes!
– Aguardando atendimento médico: aqui torna-se imprescindível o atendimento por hora marcada (ou melhor, hora prevista); montar uma grade de horários com o tempo real de atendimento e requerendo aos Doutores a observância à pontualidade. Ainda hoje percebo Médicos com resistência ao atendimento por hora prevista, com medo de faltas e atrasos do Paciente gerando “buracos” na agenda – para que este problema seja amenizado, deve-se estabelecer algumas estratégias, como nos exemplos a seguir: · Criar uma central de marcação (detalharei mais sobre este assunto abaixo); · Realizar confirmação na véspera do atendimento (por contato telefônico ou por WhatsApp); alguns sistemas de gestão encaminham o WhatsApp aos Pacientes de forma automática, onde o próprio Paciente confirma, cancela ou adia seu atendimento;· Ao final do dia, identificar os cancelamentos e remarcações para que sejam contatados os Pacientes agendados para datas posteriores, para oferecer a antecipação do atendimento; · Estabelecer o “overbooking”, ou seja, identificar a média diária de Pacientes faltosos e ampliar, nesta proporção, a quantidade de vagas extras – é imprescindível que este acerto seja feito com o Médico. Por exemplo: o Médico estabeleceu 16 pacientes por turno de 04 horas e a Clínica verificou que em média 20% dos Pacientes faltam; então neste caso, “negocia-se” com o Doutor acrescer mais 03 vagas e programar-se, pois vá que não haja nenhuma falta… – Atendimento na Recepção: é neste ponto que vejo as principais mudanças, com o estabelecimento da “Recepção Digital”, onde se busca realizar todo o atendimento antes da vinda do Paciente – no modelo tradicional, no processo de agendamento, colhe-se o menor número de informações possíveis (nome, plano, nome da mãe, etc), porque há outras pessoas aguardando na fila de atendimento telefônico e assim evitar-se-á abandonos; assim no dia do atendimento, a Recepção averiguará os dados coletados e complementará com outras informações, aumentando o tempo de recepcionamento. Há que se mudar esta lógica, permitindo que todo o processo de coleta de informações seja feito antes do dia do atendimento, evitando ou diminuindo o tempo de espera na recepção – seguem algumas propostas da “recepção digital”: · Preparação do site da clínica/consultório/hospital para que ele possa agendar – neste quesito é fundamental integrar-se o site com o sistema de gestão, onde o próprio Paciente escolha os dias e horários de sua preferência – se for particular, permitindo que ele já faça o pagamento via cartão/boleto, e se for convênio, com o sistema sinalizando as coberturas; e será o próprio Paciente que preencherá seu cadastro de forma completa e anexará os documentos necessários (RG, cartão do convênio, solicitação médica, etc.), conforme demonstrado na fig. 1;

· Call center – implantar equipe para este fim e instalar um bom software de gestão de call center são essenciais, pois como os atendentes deverão coletar todas as informações cadastrais (aumentando o tempo de atendimento), o software fornecerá indicadores, como nº de abandonos, tempo médio, etc; para que possamos dimensionar adequadamente a equipe (e note que, como esta equipe deverá aumentar, em compensação a equipe de recepção poderá ser reduzida); · WhatsApp – é uma ferramenta fundamental, seja no modelo automatizado (fig. 2) ou no modelo de atendimento com um Atendente para responder prontamente;

– Organizando o atendimento prévio – além das questões tratadas acima (confirmação, overbooking, etc), há que se acrescer, no caso de convênios, da busca de autorizações prévias. Há sistema de gestão em que após a confirmação do Paciente, e confirmado pela equipe de atendimento prévio da clínica/consultório/hospital que houve o pagamento (para Pacientes particulares) ou a autorização (para Pacientes de convênios), há o encaminhamento de um “QR code” via WhatsApp ao Paciente ou conforme demonstrado na fig.1 com o QR code gerado pelo site no momento em que o Paciente realizou seu agendamento.
– No dia do atendimento, basta o Paciente disponibilizar o “QR code” ao totem da empresa (ou ao tablet da pessoa que fica na porta tomando a temperatura de quem chega), e o Paciente recebe uma senha e é inserido automaticamente na fila do atendimento médico, sem a necessidade de passar pela recepção (e se tiver de ir, o tempo será reduzido, pois o cadastro já está pronto!!).
A questão do sistema de gestão é fundamental: bom sistema é aquele que se adequa e adapta às “contingências”!!Bem, mas isto é assunto pra outro momento…

A PANDEMIA DO COVID-19 E SEUS REFLEXOS NA GESTÃO DA SAÚDE (parte 1)

Pela ótica da gestão de saúde, a pandemia provocada pela covid-19, obrigou-nos a adotar bons hábitos que dificilmente mudarão – estarei abordando nas próximas postagens. Hoje tratarei da gestão hospitalar.
Tive a oportunidade de implantar hospitais de campanha para combate a covid-19 e assustava-me a idéia do risco de contaminação para a equipe assistencial, pois via dois fatores provocadores de risco: o prontuário de papel e o telefone!!! O prontuário de papel, sendo manuseado pela equipe, que nem sempre estavam de luvas… e o telefone? Apesar de toda a indumentária de epi´s (equipamentos de proteção individual), como aventais, máscaras, luvas, capas e etc., deixavam as orelhas livres para utilizar o telefone – imprescindível para o contato com as áreas de suporte.Daí meu firme propósito em utilizar o PEP – Prontuário Eletrônico do Paciente, porém, teria de ser um PEP que trouxesse a sistematização da assistência, com as prescrições “sistematizadas”:- prescrição medicamentosa: após o aprazamento da Enfermagem, com a integração dos “kits” de materiais descartáveis (quando necessários), já sendo direcionados automaticamente para a “Farmácia Satélite” que realiza a dispensação (que por sua vez, dão a baixa automática nos estoques e avisam ao setor de Compras quando alcançarem o ponto de ressuprimento);- prescrição de exames: com o acionamento automático da área responsável pelos exames, para a realização de coletas ou o agendamento de horários quando o Paciente tiver de ser deslocado de seu leito até o setor (como no caso de tomografias e ressonâncias, por exemplo);- prescrição para acionamento de integrantes de outras especialidades médicas ou dos chamados “outros Corpos Profissionais” (Fisioterapeutas, Nutricionistas, Psicólogos entre outros), funcionando com o mesmo princípio, ou seja, sendo direcionado um acionamento via sistema informatizado, para que o profissional saiba qual o Paciente, leito e o tipo de solicitação realizada;- o painel para acompanhamento das prescrições: com a integração de tv´s com a sinalização informando se a prescrição foi atendida ou não, e neste caso se a demora está dentro do esperado ou não e, não estando, surge uma sinalização tornando público a todos que aquele laudo de exame ainda não foi anexado, ou que o responsável pela terapia médica prescrita ainda não compareceu… Este painel tornou-se um grande aliado para a sistematização da assistência porque expõem a todos quais áreas não atendem aos tempos pré-estabelecidos. Foi fundamental para a Enfermagem deixar de lado o papel de “babá” dos demais integrantes, deixando de lado o telefone para ficar ligando e acionando a área ou o profissional, para efetivamente estar de prontidão para assistir ao Paciente.

*Imagem cedida pela SOFTNEW

*Imagem cedida pela PIXEON
– o papel do PEP – Prontuário Eletrônico do Paciente torna-se ferramenta obrigatória, pois além de favorecer o processo assistencial, torna-se fundamental do ponto de vista epidemiológico, sinalizando e contribuindo para que as estatísticas favoreçam a leitura e consequentemente possibilitem a adoção de medidas corretivas ou preventivas. Do ponto de vista clínico, a direção médica estabelecia os protocolos médicos e de novo o PEP, difundindo on-line sua composição e permitindo a avaliação de sua eficácia de forma imediata.- outro fator de mudanças importante refere-se ao processo de educação no treinamento de toda equipe, não apenas assistencial, mas das demais áreas, a exemplo de Portaria, Segurança, Higienização entre outras. A utilização de vídeos caseiros, foram importantes instrumentos, disseminando de forma rápida conceitos sobre educação e prevenção da COVID-19. Também relacionado ao aspecto de educação continuada, o sistema de normatização teve significativas mudanças: saem de cena as tradicionais pastas com suas inúmeras cópias de normas, rotinas e procedimentos e aliam-se á tecnologia com os arquivos “em nuvem” ou em ambiente web – assim os integrantes, acessam os arquivos digitalizados de qualquer computador ou do próprio smartphone e outro ponto fantástico, com a entrada do “Google Forms”, onde leitor recebe um WhatsApp informando o link com a norma/rotina/procedimento que ele deve ler e ainda um questionário avaliando o entendimento do conteúdo; ou seja, criou-se o EAD – Ensino a Distância da Educação Continuada!!!Acredito que serão mudanças benéficas que virão para ficar!!
No próximo texto, abordarei sobre a pandemia e seus reflexos na gestão ambulatorial!! Até lá!!